Categoria: Lições

Oficina de Tirinhas em Quadrinhos no FLIS

Oficina de tirinhas em quadrinhos na Festa Literária de Sabará – 2025 (FLIS), organizado pela Borrachalioteca.

Dia 31 de agosto de 2025 – 15 horas, na Praça Santa Rita – Centro – Sabará.

Barzine #2 – Biblioteca Nacional de Histórias em Quadrinhos – Belo Horizonte

Comunicação científica feita nas Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos da ECA/USP, com lançamento do fanzine Barzine #2 e artigo públicado na revista Nona Arte – Revista Brasileira de Pesquisas em Histórias em Quadrinhos, do Observatório de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP, vol. 14/2026. Qualis B2.

Autores: Richardson Santos de Freitas e Lorena Tavares de Paula

DOI: https://doi.org/10.11606/2316-9877.2026.v14.e241815

Biblioteca Nacional de Histórias em Quadrinhos de Belo Horizonte

RESUMO: Pesquisa exploratória de abordagem qualitativa, que faz um estudo de caso sobre a Biblioteca Nacional de Histórias em Quadrinhos. Inaugurada no final de 1987, esse foi o primeiro espaço com acervo aberto ao público dedicado às histórias em quadrinhos de Belo Horizonte. A gibiteca foi idealizada pelo colecionador Antônio Roque Gobbo, que ao mudar para a capital de Minas Gerais, disponibilizou sua coleção para consulta de forma gratuita. Defensor da preservação da memória dos quadrinhos, em um gesto de generosidade, em 1992 Gobbo doou toda a coleção para dar origem à Gibiteca da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte.

Antônio Roque Gobbo

Antônio Roque Gobbo nasceu em 11 de novembro de 1935, na cidade de São Sebastião do Paraíso. O município está localizado na região sudoeste do estado de Minas Gerais. O gosto pela leitura veio cedo. Entre os 6 e 7 anos ganhou seu primeiro livro, Dom Quixote para Crianças, de Monteiro Lobato. Gobbo em entrevista para a Rede Minas (Conversações, 2018) disse que este prazer pela leitura foi influenciado pelo seu tio Armando, que morava na mesma casa. Seu tio assinava diversas revistas e tinha uma biblioteca em casa. “A paixão pelas histórias em quadrinhos começou por volta dos 7 anos, num tempo em que televisão era peça de ficção de um futuro quase intergalático” (Werneck, 2010). No princípio lia as revistas que os seus colegas de escola emprestavam. Entre os seus personagens preferidos estavam o Fantasma, Tarzan, Super-Homem e Capitão América. Com o tempo, passou a guardar as suas revistas O Tico-Tico, Globo Juvenil, Guri, Mirim, Gazeta Infantil, Clássicos Ilustrados e qualquer outro gibi que chegasse em suas mãos. Com o tempo, foi se constituindo sua coleção, que passava a crescer em volume. 

Devido ao emprego de bancário de seu pai, Gobbo e sua família faziam constantes mudanças de cidade. Em todas elas, nunca deixava para trás suas revistas. Sua coleção era armazenada cuidadosamente em caixas e transportadas para a nova moradia. Virou bancário no Banco Credireal e passou a ter dinheiro para comprar mais livros e revistas em quadrinhos. Casou-se com Enny Gobbo. 

Em 1985, quando chega com a família na cidade Belo Horizonte, traz na bagagem mais de quatro décadas de acervo acumulado. Foi quando sua esposa o perguntou o que ele iria fazer com todo aquele material. Depois de sua aposentadoria, Gobbo idealizou, junto com Vicente de Paula Penido e Lenine Lucas, um espaço para disponibilizar o acesso às suas HQs. 

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Oficina Piedade Nossa Senhora da Piedade – BH

Conversa sobre quadrinhos com a turma do sexto ano.

Oficina com aprendizes PCDs

Oficina de desenho com aprendizes PCDs da empresa Avante Social / IDDS.

Oficina E.E. Prof. Alisson Pereira Guimarães

Oficina de quadrinhos realizada na Escola Estadual Professor Alisson Pereira Guimarães, Bairro Alípio de Melo/BH, a convite da professora e bibliotecária Adília.

Oficina de Quadrinhos E.M. Salgado Filho

Oficina de produção de tirinhas em quadrinhos realizada na Escola Municipal Salgado Filho / Bairro Salgado Filho – Belo Horizonte.

Convite da professora Fernanda Flores.

Bibliocanto: Os gibis na biblioteca escolar

Os gibis na biblioteca escolar
24/06 – segunda-feira
19h30

Você sabe o que são gibis? Você conhece o potencial de leitura, cultura e formação que eles podem proporcionar? Venha descobrir como eles podem enriquecer o ambiente das bibliotecas escolares e envolver ainda mais os alunos na leitura!

Convidado: Richardson Santos de Freitas
Mediadora: Professora Marília Paiva

Youtube: Bibliocanto UFMG

Apresentação:

https://docs.google.com/presentation/d/1yN3koDmrBmjyBt3gicxV2HVvp-_c1o5ll-35xbiu0l8/edit?usp=sharing

Oficina de Tirinhas Emcomuns – CCVN

Oficina realizada na VII Semana Literária do Centro Cultural Venda Nova no dia 23 de abril de 2024.

Tirinhas Emcomuns

Em comemoração ao Dia do Quadrinho Nacional, 30 de janeiro, ministrei pelo Emcomum Estúdio Livre oficinas que ensinavam algumas técnicas de produção de tirinhas em quadrinhos.

As oficinas aconteceram em janeiro de 2024:

  • Dia 13 – Centro Cultural Padre Eustáquio
  • Dia 17 – Centro Cultural Vila Fátima
  • Dia 18 – Centro Cultural Zilah Spósito
  • Dia 19 – Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte
  • Dia 25 e 27 – Centro Cultural Venda Nova

Revista da Assprom.

Quadrinhos na educação: da rejeição à prática

Organização: Waldomiro Vergueiro e Paulo Ramos

Houve um tempo, não tão distante assim, em que levar revistas em quadrinhos para a sala de aula era motivo de repressão por parte dos professores. Tais publicações eram interpretadas como leitura de lazer e, por isso, superficiais e com conteúdo aquém do esperado para a realidade do aluno. Dois dos argumentos muitos usados é que geravam “preguiça mental” nos estudantes e afastavam os alunos da chamada “boa leitura”. Na realidade, tratava-se de discursos ocos, sem embasamento científico, reproduzido de forma acrítica para contornar um desconhecimento sobre a área.
(Vergueiro; Ramos, 2015, p. 9)

Dizer que quadrinhos são literatura evidencia duas posturas. A primeira é que se busca um rótulo social e academicamente prestigiado – o literário – para justificar a presença dos quadrinhos na escola e, possivelmente, na lista do PNBE. A outra indica um desconhecimento da área de quadrinhos, que soma pouco estudos acadêmicos, embora em número já suficiente para afirmar que quadrinhos são quadrinhos e literatura é literatura.

[…]

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