Categoria: Lições

LabGibi: Borrachalioteca

Férias na biblioteca Borrachalioteca de Sabará/MG

No dia 31 de julho de 2016, às 14 horas, acontecerá uma oficina de quadrinhos que ensina a você a criar sua própria história em quadrinhos: LabGibi – laboratório de histórias malucas.

Oficina gratuita.

Borrachalioteca

Rua Marieta Machado, 164 – Centro – Sabará/MG.

Aula UFMG

Coleções Especiais: Revistas em quadrinhos

Apresentação

https://docs.google.com/presentation/d/1l9quXE0MAThBicKTGqpJP363BEdfPM0AFB246bxPvpU/edit?usp=sharing

TV UFMG: Dia do Quadrinho Nacional

LabGibi – Dia do Quadrinhos Nacional 2026

LabGIBI: Laboratório de histórias malucas
Em comemoração ao Dia do Quadrinho Nacional, o cartunista Ric (Emcomum Estúdio Livre) montará um laboratório para transformar as pessoas em cientistas malucas, que vão produzir histórias experimentais de quadrinhos que irão explorar a temática monstros, humanidade e identidade. Classificação Livre.

Belo Horizonte, de 27 a 30 de janeiro nos Centros Culturais: Lindeia Regina, Lagoa do Nado, Venda Nova e São Bernardo.

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Histórias em Quadrinhos na Educação

Fábio Paiva

Sinopse

História em Quadrinhos na Educação é o resultado de um trabalho de 4 anos durante o curso de doutorado. Reúne dados, entrevitas e muito material teórico sobre o tema, tratando o assunto como os Quadrinhos merecem: de maneira leve e descontraída.

O livro faz parte de uma iniciativa que busca aproximar a nova arte das salas de aula e demais práticas educativas, constribuindo para o desenvolvimento de uma Educação mais dinâmica e interessante.

Acreditamos que os Quadrinhos podem ocupar muito mais espaço no processo educativo e que esse livro será uma contribuição para esse avanço.

Citações

“A construção específica das HQs propiciam interação diferenciada, com palavras e ilustrações, em uma dinâmica que se propõe a comunicar desde elementos mais simples aos mais complexos, por meio de situações, personagens e narrativas que fazem parte do patrimônio cultural humano e que compõem de forma única o desenvolvimento educacinal” (Paiva, 2017, p. 62-63).

“É possivel verificar que a aceitação das HQs como um estratégia de expansão do alcance de ferramentas de informação, formativas e educativas, foi ampliando conforme sua eficácia era percebida de maneira prática. Essa aceitação acompanhou a evolução da presença e importância das HQs na cultura e comunicação” (Paiva, 2017, p. 69).

PAIVA, Fábio da Silva. Histórias em Quadrinhos na Educação. Salvador: Quadro a Quadro, 2017.

Gibi: a revista sinônimo de quadrinhos

De Roberto Elísio dos Santos
Waldomiro Vergueiro
Nobuyoshi Chinen
Paulo Ramos

Sinopse:

Criada pelo jornalista e empresário Roberto Marinho e lançada em 1939, a revista Gibi ganhou o gosto popular e, logo, passou a designar as publicações de histórias em quadrinhos no Brasil. Ao longo de sete décadas, foi fundamental para a consolidação desse formato entre os leitores epassou por várias mudanças. Este livro, realizado por pesquisadores do Observatório de HIstórias em Quadrinhos da Escola de Comunicação da Universidade de São Paulo, analisa a trajetória dessa importante mídia impressa brasileira.

Sumário

  • Produção editorail de quadrinhos no Brasil: do surgimento ao Gibi
  • A História do Gibi
  • Roberto Marinho, Editor de Quadrinhos
  • O Gibi, passaporte para o mundo da imaginação, fantasia e emoção.
  • Rumo ao velho oeste pelos quadrinhos da RGE.

SANTOS, Roberto Elísio dos; [et al.]. Gibi: a revista sinônimo de quadrinhos. São Paulo: Via Lettera, 2010.

Oficina de Tirinhas em Quadrinhos: Brincar de Apagar

Emcomum Estúdio Livre convida para a oficina de tirinhas em quadrinhos: Brincar de Apagar. Atividade integrante da programação da Festa da Criança do Centro Cultural Lindeia Regiona, Regional Barreiro, Belo Horizonte/MG.

Oficina de produção de tirinhas em quadrinhos onde o público aprenderá métodos básicos da construção de uma narrativa gráfica curta. De modo prático e divertido, a cada quadro desenhado, a atividade faz intervenções propondo novos desafios às histórias, levando o roteiro para rumos incomuns, desconhecidos e explorando a criatividade.

Dia 4 de outubro de 2025, sábado, às 15 horas. Atividade Gratuita.

Guerras Culturais na mídia

De Celbi Pegoraro

Jornalismo, quadrinhos, cinema e redes sociais. Em cada uma dessas frentes, discursos se chocam, imaginários são disputados e narrativas tentam prevalecer. Neste ensaio instigante, Celbi Pegoraro investiga as chamadas Guerras Culturais a partir de uma perspectiva crítica e interdisciplinar, articulando episódios históricos, movimentos ideológicos e a atuação dos meios de comunicação de massa. Um guia para compreender os conflitos do presente – e refletir sobre as possibilidades de diálogos em tempos de extrema polarização.

PEGORARO, Celvi Vagner Melo. Guerras culturais na mídia. São Paulo: Peirópolis, 2025

CDD 303.2
CDU 316.77

  1. Comunicação. 2. Mídia. 3. Jornalismo. 4. Quadrinhos. 5. Cinema. 6. Política. 7. Cultura.

Oficina de Tirinhas em Quadrinhos no FLIS

Oficina de tirinhas em quadrinhos na Festa Literária de Sabará – 2025 (FLIS), organizado pela Borrachalioteca.

Dia 31 de agosto de 2025 – 15 horas, na Praça Santa Rita – Centro – Sabará.

Barzine #2 – Biblioteca Nacional de Histórias em Quadrinhos – Belo Horizonte

Comunicação científica feita nas Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos da ECA/USP, com lançamento do fanzine Barzine #2 e artigo públicado na revista Nona Arte – Revista Brasileira de Pesquisas em Histórias em Quadrinhos, do Observatório de Histórias em Quadrinhos da ECA-USP, vol. 14/2026. Qualis B2.

Autores: Richardson Santos de Freitas e Lorena Tavares de Paula

DOI: https://doi.org/10.11606/2316-9877.2026.v14.e241815

Biblioteca Nacional de Histórias em Quadrinhos de Belo Horizonte

RESUMO: Pesquisa exploratória de abordagem qualitativa, que faz um estudo de caso sobre a Biblioteca Nacional de Histórias em Quadrinhos. Inaugurada no final de 1987, esse foi o primeiro espaço com acervo aberto ao público dedicado às histórias em quadrinhos de Belo Horizonte. A gibiteca foi idealizada pelo colecionador Antônio Roque Gobbo, que ao mudar para a capital de Minas Gerais, disponibilizou sua coleção para consulta de forma gratuita. Defensor da preservação da memória dos quadrinhos, em um gesto de generosidade, em 1992 Gobbo doou toda a coleção para dar origem à Gibiteca da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte.

Antônio Roque Gobbo

Antônio Roque Gobbo nasceu em 11 de novembro de 1935, na cidade de São Sebastião do Paraíso. O município está localizado na região sudoeste do estado de Minas Gerais. O gosto pela leitura veio cedo. Entre os 6 e 7 anos ganhou seu primeiro livro, Dom Quixote para Crianças, de Monteiro Lobato. Gobbo em entrevista para a Rede Minas (Conversações, 2018) disse que este prazer pela leitura foi influenciado pelo seu tio Armando, que morava na mesma casa. Seu tio assinava diversas revistas e tinha uma biblioteca em casa. “A paixão pelas histórias em quadrinhos começou por volta dos 7 anos, num tempo em que televisão era peça de ficção de um futuro quase intergalático” (Werneck, 2010). No princípio lia as revistas que os seus colegas de escola emprestavam. Entre os seus personagens preferidos estavam o Fantasma, Tarzan, Super-Homem e Capitão América. Com o tempo, passou a guardar as suas revistas O Tico-Tico, Globo Juvenil, Guri, Mirim, Gazeta Infantil, Clássicos Ilustrados e qualquer outro gibi que chegasse em suas mãos. Com o tempo, foi se constituindo sua coleção, que passava a crescer em volume. 

Devido ao emprego de bancário de seu pai, Gobbo e sua família faziam constantes mudanças de cidade. Em todas elas, nunca deixava para trás suas revistas. Sua coleção era armazenada cuidadosamente em caixas e transportadas para a nova moradia. Virou bancário no Banco Credireal e passou a ter dinheiro para comprar mais livros e revistas em quadrinhos. Casou-se com Enny Gobbo. 

Em 1985, quando chega com a família na cidade Belo Horizonte, traz na bagagem mais de quatro décadas de acervo acumulado. Foi quando sua esposa o perguntou o que ele iria fazer com todo aquele material. Depois de sua aposentadoria, Gobbo idealizou, junto com Vicente de Paula Penido e Lenine Lucas, um espaço para disponibilizar o acesso às suas HQs. 

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