Cobrança no COMUC sobre a implanação de editais no FIQ

ATO ADMINISTRATIVO: ATA DA 31ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICA CULTURAL DE 25 DE JULHO DE 2018
Edição: 6103 | 1ª Edição | Ano XXVI | Publicada em: 15/09/2020
PMBH – Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

ATA DA 31ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICA CULTURAL DE 25 DE JULHO DE 2018

Rômulo Avelar iniciou sua fala expondo que é preciso definir prioridades para que haja uma política mais consistente e informou que a Secretaria Municipal de Cultura já havia lançado um novo olhar sobre a política pública de cultura quando pensou na reprogramação orçamentária, feita no início do ano. Rômulo explicou que, desde a sua chegada à Fundação Municipal de Cultura (FMC), sua equipe vem buscando pensar no uso de recursos além dos festivais e vem tentando sanar problemas estruturais por meio da reprogramação orçamentária. 

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Rômulo enfatizou que sua equipe está buscando aumentar a verba da Cultura para que possam ser feitas parcerias com os realizadores culturais da cidade, como espaços culturais, festivais, etc.

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Portela pontuou que houve esforço da SMC para a captação de recursos via emendas parlamentares tanto para a FMC quanto para a SMC, sendo essa uma novidade na história da Fundação Municipal de Cultura. Portela informou ainda que a pasta captou R$1.000.000,00 (um milhão de reais)via emendas e R$ 1.500,000,00 (um milhão e quinhentos mil reais) via empresas privadas. O Secretário-Adjunto lembrou que o grande potencial de captação de recursos dos festivais pode favorecer a redistribuição desses recursos para áreas com menor potencial dentro da FMC. Ele também informou que, embora tenha havido uma queda na arrecadação de recursos entre 2017 e 2018 e o momento seja de dificuldade, o Secretário de Cultura está pleiteando recursos para a pasta. 

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Lucas esclareceu que na FMC há orçamento para projetos, folha e área meio.A Assessoria de Coordenação dos Festivais, possui projetos no total de R$ 3.012.000,00, sendo R$ 1.400.000,00 para o FAN; R$ 80.000,00 para o FIQ; R$ 80.000,00 para o FIT; R$ 452.000,00 para o FLI e R$ 1.000.000,00 para a Virada Cultural.

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Richardson Santos, membro da Nação HQ, pediu esclarecimento sobre o orçamento apresentado para o Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ). Richardson explicou que na Conferência de Cultura de 2015 foi dito que a partir de 2017 haveria editais voltados para a linguagem de hq. Esse ano, de acordo com ele, a Diretoria responsável informou que esses editais estariam contemplados no pós-FIQ. Richardson perguntou se esses editais estariam contemplados no orçamento de R$ 80 mil apresentado para o Festival. Marah, Assessora da Assessoria de Coordenação da Política de Festivais, informou que para o ano que vem está previsto apenas um edital de curadoria para o FIQ, já que todos os festivais terão suas curadorias escolhidas e geridas por meio de editais. No entanto, informou ainda, vem-se discutindo na SMC e FMC a possibilidade de publicação de editais específicos de linguagens de cada festival, por meio do Fundo, embora essa ainda seja uma questão que precisa evoluir.

Rômulo Avelar, pontuou que esses editais são fundamentais e a proposta é que os editais de curadoria sejam lançados ainda em 2019 para os festivais previstos para 2020.