Livro com técnicas e exemplos de desenho, contendo referências para desenho de cabeça, corpo, mãos, pés e outros elementos do corpo humano, além de cenário e perspectiva. Aylton mostra o passo a passo para a criação de desenhos no estilo cartum.
“Um traço, uma linha curva, linhas que se entrelaçam. Traços para baixo ou para cima, para frente ou para trás. Todo um emaranhado de linhas, retas e curvas, traçados geométricos que vão construindo no papel branco a forma e a forma da figura humana. O desenho.”
O livro divulga em suas páginas algumas noções de anatomia, animal e humana, construção de cabeça humana e expressões, perspectiva, silhueta, acabamento e outras técnicas para quem está iniciando na prática do desenho.
Filho do ilustrador Augusto Thomaz, Aylton Thomaz nasceu no Rio de Janeiro em 1934. Inicia sua carreira de desenhista na Editora Brasil América (EBAL), em 1953, trabalhando com capas de revistas e histórias em quadrinhos. Participou de Salões, como História em Quadrinhos no MASP e Ilustração Infanto Juvenil do Circo Voador, entre outros. Com sua experiência, publicou diversos livros sobre técnicas de desenhos.
Desenho: Noções e Técnicas Aylton Thomaz Editouro – Grupo Coquetel 1987
THOMAZ, Aylton. Desenho: Noções e técnicas. Rio de Janeiro: Ediouro, 1987
Estudando sobre as bibliotecas e seu papel na ressocialização dos encarcerados, aprendi sobre a remição. O mecanismo permite a redução de pena através de produção de texto sobre o livro lido. Cada redação reduz 4 dias, limitado a 48 dias por ano.
Recomendação Nº 44 de 26/11/2013 – Conselho Nacional de Justiça. Dispõe sobre atividades educacionais complementares para fins de remição da pena pelo estudo e estabelece critérios para a admissão pela leitura. https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/1907
Para a remição, há a necessidade de elaboração de projeto, a participação do preso tem que ser voluntária e deve existir um acervo de livros de obra literária clássica, científica ou filosófica dentro da penitenciária. Garantia de acervo de, no mínimo, 20 exemplares de cada obra a ser trabalhada no desenvolvimento da atividade. Há um prazo de 21 a 30 dias para a leitura da obra, para depois se escrever uma resenha que será encaminhada para uma comissão, onde é avaliado a compreensão e compatibilidade com o texto. O limite é de doze obras por ano, totalizando 48 dias de remição por leitura a cada doze meses. O resultado é enviado por ofício ao Juiz de Execução Penal, que decidirá sobre a remição.
Os comics converteram-se em alimento de consumo de massa para os cidadãos de todo o mundo, influindo na sua cultura, sua língua e seus costumes, modelando seus gostos e suas inclinações. Por isso mesmo constituíram-se em um dos principais objetos de análise e estudo no domínio das comunicações, já tendo suscitado volumosa bibliografia internacional, à qual vem juntar-se agora a valiosa contribuição brasileira que Álvaro de Moya organizou com inteligência.
Sumário
Era uma vez um menino amarelo – Álvaro de Moya
Os dilemas do Fantasma e do Capitão América – Jô Soares
Os quadrinhos e a comunicação de massa – Haron Cohen e Laonte Klawa
Desde a pré-história até McLuhan – José A. Gaiarsa
Elementar, meu caro Freud – Paulo Gaudêncio
Pedagogia e quadrinhos – Azis Abrahão
As taradinhas dos quadrinhos – Álvaro de Moya
Space-comics: um esboço histórico – Sérgio Augusto
Histórias (dos quadrinhos) no Brasil – Álvaro de Moya
Histórias em quadrinhos e seu argumento – Enrique Lipszyc
Muito obrigado, sr. Johann Gutemberg – Reinaldo de Oliveira
Onomatopéias nas histórias em quadrinhos – Naumin Aizen
Cronologia – Álvaro de Moya
MOYA, Álvaro de Moya (org.). Shazam!. Coleção Debates Comunicação. São Paulo: Editora Perspectiva, 1977.
A compreensão e a prática da forma de arte mais popular do mundo
“Este trabalho tem o intuito de considerar a examinar a singular estética da Arte Sequencial como um veículo de expressão criativa, uma disciplina distinta, uma forma artística e literária que lida com a disposição de figuras e imagens e palavras para narrar uma história em quadrinhos ou dramatizar uma ideia. Ela é estudada aqui dentro do quadro da sua aplicação às revistas e às tiras de quadrinhos, onde é universalmente empregada.
(…)
Este trabalho foi originalmente escrito como uma série de ensaios publicados aleatoriamente na revista The Spirit. Também é resultado do curso de Arte Sequencial que ministrei na Escola de Artes Visuais de Nova York. “
Trecho do Prefácio do livro, escrito por Will Eisner
Quadrinhos e arte sequencial Will Eisner Martins Fontes 1995
EISNER, Will. Quadrinhos e arte sequencial. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
ISBN: 85-36-336-0366-5
95-0307 CDD-741.5 Índices para catálogo sistemático: 1. Estórias em quadrinhos: Apreciação crítica 741.5 2. Quadrinhos: Estórias: Apreciação crítica 741.5