Categoria: Lições
LabGibi – Dia do Quadrinhos Nacional 2026
LabGIBI: Laboratório de histórias malucas
Em comemoração ao Dia do Quadrinho Nacional, o cartunista Ric (Emcomum Estúdio Livre) montará um laboratório para transformar as pessoas em cientistas malucas, que vão produzir histórias experimentais de quadrinhos que irão explorar a temática monstros, humanidade e identidade. Classificação Livre.
Belo Horizonte, de 27 a 30 de janeiro nos Centros Culturais: Lindeia Regina, Lagoa do Nado, Venda Nova e São Bernardo.

Histórias em Quadrinhos na Educação
Fábio Paiva

Sinopse
História em Quadrinhos na Educação é o resultado de um trabalho de 4 anos durante o curso de doutorado. Reúne dados, entrevitas e muito material teórico sobre o tema, tratando o assunto como os Quadrinhos merecem: de maneira leve e descontraída.
O livro faz parte de uma iniciativa que busca aproximar a nova arte das salas de aula e demais práticas educativas, constribuindo para o desenvolvimento de uma Educação mais dinâmica e interessante.
Acreditamos que os Quadrinhos podem ocupar muito mais espaço no processo educativo e que esse livro será uma contribuição para esse avanço.
Citações
“A construção específica das HQs propiciam interação diferenciada, com palavras e ilustrações, em uma dinâmica que se propõe a comunicar desde elementos mais simples aos mais complexos, por meio de situações, personagens e narrativas que fazem parte do patrimônio cultural humano e que compõem de forma única o desenvolvimento educacinal” (Paiva, 2017, p. 62-63).
“É possivel verificar que a aceitação das HQs como um estratégia de expansão do alcance de ferramentas de informação, formativas e educativas, foi ampliando conforme sua eficácia era percebida de maneira prática. Essa aceitação acompanhou a evolução da presença e importância das HQs na cultura e comunicação” (Paiva, 2017, p. 69).
PAIVA, Fábio da Silva. Histórias em Quadrinhos na Educação. Salvador: Quadro a Quadro, 2017.
Gibi: a revista sinônimo de quadrinhos
De Roberto Elísio dos Santos
Waldomiro Vergueiro
Nobuyoshi Chinen
Paulo Ramos

Sinopse:
Criada pelo jornalista e empresário Roberto Marinho e lançada em 1939, a revista Gibi ganhou o gosto popular e, logo, passou a designar as publicações de histórias em quadrinhos no Brasil. Ao longo de sete décadas, foi fundamental para a consolidação desse formato entre os leitores epassou por várias mudanças. Este livro, realizado por pesquisadores do Observatório de HIstórias em Quadrinhos da Escola de Comunicação da Universidade de São Paulo, analisa a trajetória dessa importante mídia impressa brasileira.
Sumário
- Produção editorail de quadrinhos no Brasil: do surgimento ao Gibi
- A História do Gibi
- Roberto Marinho, Editor de Quadrinhos
- O Gibi, passaporte para o mundo da imaginação, fantasia e emoção.
- Rumo ao velho oeste pelos quadrinhos da RGE.
SANTOS, Roberto Elísio dos; [et al.]. Gibi: a revista sinônimo de quadrinhos. São Paulo: Via Lettera, 2010.
Os quadrinhos e a comunicação de massa
Laonte Klawa e Haron Cohen
Preocupação com o movimento
Os quadrinhos, como o próprio nome indica, são um conjunto e uma sequência. O que faz do bloco de imagens uma série é o fato de que cada quadro ganha sentido depois de visto o anterior; a ação contínua continua e estabelece a ligação entre as diferentes figuras. Existem corte de tempo e espaço, mas estão ligados a uma rede de ações lógicas e coerentes.
[…]
Uma característica vital foi acrescentada à representação das imagens: o tempo passava a ser um elemento de organização da série. No entanto, fazia-se necessário que o leitor completasse o “vazio” entre um e outro quadrinhos.
(Klawa; Cohen, 1977, p. 110)
Pensamos que a grande probabilidade do desfecho da ação não seja uma característica da linguagem das histórias em quadrinhos, mas sim de uma mercantilização, […] A sequência de quadros não é obrigatoriamente provável, […] Cada quadrinho tem, quando isolado, um grau menor de inteligibilidade e maior quando em conjunto. O grau maior é conferido pela continuidade de tempo, espaço e movimento na maneira descrita anteriormente. Contudo, a articulação dos quadros pode ser feita exclusivamente através da unidade de ação.
Não fica difícil portanto chegar à conclusão de que as histórias em quadrinhos são uma forma de representação diversa da ilustração, da caricatura e do cartoon.
A inclusão dos quadrinhos dentro de balões
De fato, a inclusão de palavras no campo imagístico implicou numa transformação do seu uso, acrescentando conotações e algumas vezes alterando o seu significado. As palavras sofreram um tratamento plástico; passaram a ser desenhadas; o tamanho, a cor, a forma, a espessura, etc.; tornaram-se elementos importantes para o texto.
(Klawa; Cohen, 1977, p. 112-113)
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massas. In: MOYA, Álvaro de Moya (org.). Shazam!. Coleção Debates Comunicação. São Paulo: Editora Perspectiva, 1977. p. 103-114.
Guerras Culturais na mídia
De Celbi Pegoraro
Jornalismo, quadrinhos, cinema e redes sociais. Em cada uma dessas frentes, discursos se chocam, imaginários são disputados e narrativas tentam prevalecer. Neste ensaio instigante, Celbi Pegoraro investiga as chamadas Guerras Culturais a partir de uma perspectiva crítica e interdisciplinar, articulando episódios históricos, movimentos ideológicos e a atuação dos meios de comunicação de massa. Um guia para compreender os conflitos do presente – e refletir sobre as possibilidades de diálogos em tempos de extrema polarização.

PEGORARO, Celvi Vagner Melo. Guerras culturais na mídia. São Paulo: Peirópolis, 2025
CDD 303.2
CDU 316.77
- Comunicação. 2. Mídia. 3. Jornalismo. 4. Quadrinhos. 5. Cinema. 6. Política. 7. Cultura.
Oficina Piedade Nossa Senhora da Piedade – BH
Conversa sobre quadrinhos com a turma do sexto ano.










