Tapete bordado retratando fatos acontecidos na Inglaterra. Inicia-se com a coroação e morte do Rei Eduardo (O Confessor). Como não tinha sucessores, Haroldo assume o reinado. Guilherme, (O Bastardo) da Normandia, reivindica o trono e inicia uma guerra conhecida como a Batalha de Hastings em 1066. Após a vitória, Guilherme passa a ser conhecido como (O Conquistador) ao tornar-se rei da Inglaterra.
Foi feito em linho, a tapeçaria tem 70 metros de comprimento por meio metro de altura. A autoria ainda não é certa. Alguns creditam a rainha Matilde de Flandres e suas damas de companhia. Outros dizem que foi confeccionada por encomenda aos monges da Abadia de Santo Agostinho.
O nome papel vem de papyrus, planta do Egito que deu origem a fabricação do papiro, suporte usado pelos antigos egípcios para a escrita. Outros suportes foram sendo criados, como os pergaminhos, feitos de pele de animal.
O papel foi inventado na China. Na dinastia de Han Oriental (25–220 d.C.) havia um funcionário chamado T’sai Lun (62-121), conhecido pelas suas habilidades em inventar diversos instrumentos à pedido da família imperial.
Um dos problemas que T’sai Lun foi designado a resolver tratava-se de criar um suporte para livros que fosse mais prático e barato. Alguns livros eram feitos de seda, material muito caro, outros de madeira, que eram pesados.
Em 105 d. C Lun apresenta a sua solução. Criou um suporte feito a partir da trituração de cascas de árvores, trapos de panos ou qualquer outro material feito de fibra vegetal. Após mergulhar essa mistura em água, se peneirava e a polpa virava uma fina folha que passava pelo processo de secagem. Aprovado, o governo determinou que o papel fosse usado por toda a China.
A fabricação de papel foi um segredo guardado pelo império Chinês. Somente no ano de 600 d. C a técnica é levada para a Coreia. Nesse mesmo período, os japoneses conhecem o papel por meio dos monges budistas coreanos.
Em 751 d. C. , devido a um conflito com os árabes, artesãos chineses foram capturados e revelaram o segredo. Os árabes criam uma indústria e o papel se espalha pela Ásia Central, chegando no continente africano. Quando os mouros invadem a Europa, através da Espalha, levam junto o conhecimento da técnica da fabricação do papel.
A primeira fábrica de papel brasileira é instalada no país em 1809, após a chegada da família rela portuguesa.
Final do primeiro século DC. Capitolias, atual Jordânia.
Pinturas encontradas em um túmulo da cidade de Capitolias, localizada atualmente no território da Jordânia, no Oriente Médio. Elas possuem cerca de 2 mil anos de idade. A cidade de Bayt Ras foi erguida sobre as ruínas da antiga Capitolias, construídas durante o período helenístico.
Datado entre os séculos I a V d.C, o túmulo apresenta 64 inscrições e cerca de 260 imagens que contam a versão mitológica do surgimento da cidade. A história começa com divindades provando ofertas recebidas por humanos e segue com homens trabalhando na terra, colhendo frutos. Há um painel onde é retratado um sacrifício em nome dos deuses guardiões da cidade. Ainda em fase inicial de estudo, especula-se que a pessoa da tumba seja a mesma que foi retratada na cena do sacrifício.
As figuras têm como característica textos de falas inseridas juntos aos desenhos, que narram as ações dos personagens.
Alexandria é uma cidade do Egito. Era um território que estava sob influência helenística, que foi o processo de expansão de territórios da civilização grega nos territórios conquistados na região do mar Mediterrâneo até a Ásia.
Idealizado no reinado de Ptotomeu I, a construção da biblioteca só foi concluída no reinado de Ptolomeu II. Tinha como objetivo armazenar todos os livros do mundo. Pretendia-se que a cidade se tornasse a sucessora de Atenas na produção e disseminação do conhecimento e da cultura.
Reunia obras em rolos de papiro produzidas por gregos, egípcios, romanos, hebreus, persas, assírios, entre outros. Em seu acervo havia obras de Sócrates, Platão e Homero.
A biblioteca fazia parte de um complexo arquitetônico que exaltava as nove musas (deusas gregas). O Mouseion continha, além da biblioteca, um templo e um complexo cultural que possuía salas de aulas, de leitura, laboratórios, galeria de arte e scriptoriums (locais onde eram produzidos livros).
Demétrio de Faleros foi o idealizador e o primeiro diretor da biblioteca. Estadista, chegou a reger Atenas. Por volta de 298 a. C.., devido a uma reviravolta política, foge para Alexandria.
Zenódoto de Éfeso foi o segundo diretor. Adotou a ordem alfabética como método de organização, sendo um dos primeiros registro de uso deste tipo de técnica. O grego Zenódoto foi filósofo, gramático e professor do rei Ptolomeu II. Ocupou-se em editar e organizar os escritos de Homero, como Ilíada e Odisseia.
Não há a certeza do que causou a destruição da Biblioteca de Alexandria. Teorias falam em um incêndio de grandes proporções, onde estima-se que 40 mil manuscritos foram perdidos, em 48 a. C.
Abaixo um mapa que ilustra a cidade da época de Cleópatra (última governante do reino Ptolemaico), onde podemos observar a área reservada para o Musaeumand library (museu e biblioteca).
Décima Oitava Dinastia (1549 a 1292 a.C), Necrópole de Tebas, Antigo Egito
Pinturas feitas na entrada da tumba de Menna, um alto funcionário real responsável por administrar as atividades agrícolas e o templo do deus sol Amon-Rá.
No painel, Menna aparece sentado supervisionando todo o processo, desde a aração do campo, passando pela colheita e despacho da produção via embarcação.
Biblioteca real que possuía informações sobre a política, religião e economia da cidade.
15 mil tábuas de argila, dispostas em estantes segundo o tema abordado.
Continha textos administrativos, literários e cientíticos.
Escrita em sumério: cuneiforme (feitos com objetos em forma de cunha)
A cidade de Ebla foi destruída em por volta de 2250/2240 a.C, devido aos saques do imperador Naram Sin (rei de Acádia) em sua campanha expansionista em direção ao norte.