HQ criada para a primeira edição do NHQAC – Núcleo de Histórias em Quadrinhos do Arena da Cultura




HQ criada para a primeira edição do NHQAC – Núcleo de Histórias em Quadrinhos do Arena da Cultura





#ParaTodosVerem
Cartum: Homem jovem sentado em uma mesa com dois copos e petisco, em frente de uma mulher.
O homem fala: “Na minha opinião a solução para acabar com essa guerra é…”
A mulher responde: “Espera aí! Você não consegue resolver briga dentro de sua família… e acha que tem a solução de um conflito geopolítico?”

Referência de distância de Belo Horizonte, da Praça 7 até o Aeroporto de Confins, Cidade Administrativa, Lagoa da Pampulha e Sol.
No dia 25/09/2023 BH teve o seu dia mais quente da história: 38,6º.

Saiu mais uma atualização ABNT NBR 10520 (19/7/2023) que muda as citações em documentos. “Bem no momento em que você está prestes a entregar o seu trabalho e tem que revisar tudo de novo” (Discente, 2023, p. 3).
DISCENTE, Pobre. TCC que nunca acaba. Belo Horizonte: Sem editora, 2023.

#ParaTodosVerem
Cartum. Em um cenário de arena de luta, um cartão de crédito segura um cinturão de campeão. Em locaute no chão, a personagem Neusinha com olho vermelho. Texto: O cartão venceu, e me venceu!
Autor: Rubem Borges Teixeira Ramos
RESUMO: Considerando-se as histórias em quadrinhos como recursos / dispositivos informacionais, e as gibitecas enquanto unidades de informação, que contam em seu acervo com diversas coleções de quadrinhos, o presente estudo tem por objetivo identificar a existência de ações ou eventos promovidos pelas gibitecas voltados a mediação da leitura, tendo por base as dimensões da mediação da informação, conforme aponta Gomes (2014, 2017, 2019, 2020). Para tanto, procedeu-se a um estudo de caso, de natureza qualitativa e descritiva, realizado junto a um conjunto de gibitecas brasileiras, elencando algumas de suas atividades e projetos, procurando evidenciá-las também como ações pertinentes a mediação da leitura. Ao analisar essas atividades e projetos, a pesquisa constatou que as gibitecas oferecem ações que
se enquadram junto as dimensões da mediação da informação, o que favorece o senso de envolvimento e a prática da leitura de histórias em quadrinhos, contribuindo tanto junto a atuação de mediadores da leitura, como profissionais conscientes para com seu dever e funções em relação a escolha e a abordagem que devem considerar junto aos quadrinhos, como quanto aos leitores alvo da mediação da leitura, com vistas a favorecer a sua formação enquanto leitores de diferentes contextos e realidades sociais, estimulando a apropriação de informação e a serem conscientes e ativos com seu papel de protagonismo social.
Citações
“Uma vez estabelecendo a presença de informação junto a narrativa das HQs, e considerando os diferentes gêneros presentes nesses quadrinhos – terror, infantis, biografias, super-heróis, entre outros – bem como a quantidade expressiva de publicações disponíveis atualmente no mercado nacional e internacional, é interessante se pensar em formas pelas quais seja possível fornecer o acesso as HQs, tanto das que foram produzidas em décadas anteriores quanto as atuais, estimando aqueles que necessitam obter e acessar a informação contida em suas narrativas. Para isso, deve-se contar com um local que atue como disseminador, para que outros possam também receber informações presentes nesses recursos informacionais, promovendo seu acesso e uso por parte dos leitores” (Ramos, 2023, p. 7-8).
“A existência de Gibitecas enquanto UI possibilita não apenas um local cuja função seja a de organizar, catalogar e disseminar as HQs, nem tampouco o de fornecer exclusivamente como fruto dessas importantes ações o acesso desses quadrinhos ao público leitor interessado em lê-los. Segundo Pustz (2000), a existência de locais que estimulem em base regular encontros e debates que sejam interessantes, contribuindo assim para com a formação de leitores engajados e de uma cultura devotada as HQs é algo que se deve endossar” (Ramos, 2023, p. 8).
“Podemos estabelecer, como função social da gibiteca, a inclusão e o estímulo a leitura, criatividade e criticidade e, no caso da gibiteca escolar, acrescente-se aí a inclusão pela educação. Assim, a gibiteca não pode ser considerada tão somente uma coleção de histórias em quadrinhos disposta a consulta pública (p. 101)” (Ramos, 2023, p. 9).
(Ramos, 2023, p. )
RAMOS, Rubem Borges Teixeira. Gibiteca: unidade de informação para a mediação da leitura de histórias em quadrinhos. Liinc em revista, v. 19, n. 1, maio 2023. Disponível em: https://revista.ibict.br/liinc/article/view/6312.

#paratodos lerem
Tirinha em quadrinhos de 3 quadros.
Quadro 1: Um homem branco, loiro de bigode ralo está digitando na frente do computador.
Balão de pensamento: Fiz o trabalho usando inteligência artificial e o professor me deu nota total.
Quadro 2: O homem aparece com beca de formatura e um canudo de diploma na mão.
Balão de pensamento: Me formei com louvor usando inteligência artificial na minha monografia!
Quadro 3: O homem aparece com cara de desespero. Na frente dele há um senhor de cabelo e bigode branco, usando um terno. Esse senhor diz: – Suas notas são boas mas infelizmente não temos vagas de emprego no momento.
Ao fundo, um robô trabalhando.

Eu acho que quase, mais ou menos, consegui (começar) a entender (um pouco) sobre Antonio Gramsci. Ilustração feita para um exercício da disciplina sobre Mídias alternativas e pensamento hegemônico.
#paratodoslerem
Cartum que mostra um resumo da trajetória de vida de Antonio Gramsci. Na ilustração um mapa da Itália que mostra a ilha de Sardenha com uma seta para o continente, que mostra o deslocamento do pensador do seu local de nascimento até a sua migração para Turim. No segundo desenho o jornal Avanti!, um dos periódicos que Gramsci escreveu e ganhou destaque com seu pensamento crítico. Mais abaixo, um cartum de Gramsci, sentado dentro de uma prisão escrevendo em uma folha de papel um dos seus 33 volumes do Cadernos do Cárcere. Ao lado, um esquema de sua teoria sobre hegemonia, onde desenhos de homens com saco de dinheiro representam a sociedade política dominante e tem uma seta para baixo indicando uma tv antiga que simboliza os meios de comunicação, um cruz que representa a Igreja e um livro para escola para citar alguns dos aparelhos ideológicos usados para manter a relação de poder e dominação, além de uma mão, os aparelhos repressivos do Estado, que achata a sociedade civil, logo abaixo da mão, que só consegue produzir um reforma política através de organização popular.