Livro com técnicas e exemplos de desenho, contendo referências para desenho de cabeça, corpo, mãos, pés e outros elementos do corpo humano, além de cenário e perspectiva. Aylton mostra o passo a passo para a criação de desenhos no estilo cartum.
“Um traço, uma linha curva, linhas que se entrelaçam. Traços para baixo ou para cima, para frente ou para trás. Todo um emaranhado de linhas, retas e curvas, traçados geométricos que vão construindo no papel branco a forma e a forma da figura humana. O desenho.”
O livro divulga em suas páginas algumas noções de anatomia, animal e humana, construção de cabeça humana e expressões, perspectiva, silhueta, acabamento e outras técnicas para quem está iniciando na prática do desenho.
Filho do ilustrador Augusto Thomaz, Aylton Thomaz nasceu no Rio de Janeiro em 1934. Inicia sua carreira de desenhista na Editora Brasil América (EBAL), em 1953, trabalhando com capas de revistas e histórias em quadrinhos. Participou de Salões, como História em Quadrinhos no MASP e Ilustração Infanto Juvenil do Circo Voador, entre outros. Com sua experiência, publicou diversos livros sobre técnicas de desenhos.
Desenho: Noções e Técnicas Aylton Thomaz Editouro – Grupo Coquetel 1987
THOMAZ, Aylton. Desenho: Noções e técnicas. Rio de Janeiro: Ediouro, 1987
Scott McCloud utiliza a linguagem dos quadrinhos para a ensinar sobre a própria linguagem. De forma prática, define os conceitos, demonstra os elementos e as funcionalidades básicas das hqs. McCloud ainda aborda sobre o que acontece entre os quadros de uma história, revelando como a nossa mente processa a mensagem ao ler uma revista.
MCCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. São Paulo: M.Books, 1995.
ISBN: 85-346-0489-4
CDD-741.5 95-2722
Índices para catálogo sistemático: 1. Estória em quadrinhos: Apreciação crítica – 741.5 2. Quadrinhos: Estórias: Apreciação crítica – 741.5
“Japão é o país onde se consome a maior quantidade de quadrinhos no mundo. As cifras de vendagem chegam anualmente a bilhões de exemplares. A indústria multibilionária dos mangás atinge toda a população porque tem uma de suas bases apoiada na estreita e íntima ligação entre os personagens e o público. Os heróis de mangá se solidarizam com o leitor: eles lutam, amam, brigam, aventuram-se, viajam e até exercitam-se por ele. Também o faz esquecer das longas horas nos trens, metrôs, do trabalho monótono e mecânico nos escritórios, do inferno dos vestibulares, das casas apertadas, da multidão nas ruas e dá energia para o dia seguinte.
No Brasil, os mangás serviram como um dos mantenedores da língua viva e coloquial entre as gerações de descendentes de japoneses e influenciaram os desenhistas de Histórias em Quadrinhos nipo-brasileiros dentro do movimento quadrinista nacional.”
Trecho do livro, Sonia Bibe Luten
Mangá: O Poder dos quadrinhos japoneses Sonia Bibe Luyten Fundação Japão 1991
LUYTEN, Sonia Maria Bibe. Mangá: O poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Estação Liberdade – Fundação Japão, 1991.
ISBN: Editora HEDRA 8587328174 9788587328175
CDD- 741.5952 302.230952 808.36 91-0015
Índices para catálogo sistemático: 1. Estórias em quadrinhos: Forma narrativa: Literatura 808.39 2. Japão: Estória em quadrinhos: Apreciação crítica 741.5952 3. Japão: Estória em quadrinhos: Poder de comunicação: Aspectos sociais 302.230952 4. Japão: Quadrinhos: Estórias: Apreciação crítica 741.5952
Os comics converteram-se em alimento de consumo de massa para os cidadãos de todo o mundo, influindo na sua cultura, sua língua e seus costumes, modelando seus gostos e suas inclinações. Por isso mesmo constituíram-se em um dos principais objetos de análise e estudo no domínio das comunicações, já tendo suscitado volumosa bibliografia internacional, à qual vem juntar-se agora a valiosa contribuição brasileira que Álvaro de Moya organizou com inteligência.
Sumário
Era uma vez um menino amarelo – Álvaro de Moya
Os dilemas do Fantasma e do Capitão América – Jô Soares
Os quadrinhos e a comunicação de massa – Haron Cohen e Laonte Klawa
Desde a pré-história até McLuhan – José A. Gaiarsa
Elementar, meu caro Freud – Paulo Gaudêncio
Pedagogia e quadrinhos – Azis Abrahão
As taradinhas dos quadrinhos – Álvaro de Moya
Space-comics: um esboço histórico – Sérgio Augusto
Histórias (dos quadrinhos) no Brasil – Álvaro de Moya
Histórias em quadrinhos e seu argumento – Enrique Lipszyc
Muito obrigado, sr. Johann Gutemberg – Reinaldo de Oliveira
Onomatopéias nas histórias em quadrinhos – Naumin Aizen
Cronologia – Álvaro de Moya
MOYA, Álvaro de Moya (org.). Shazam!. Coleção Debates Comunicação. São Paulo: Editora Perspectiva, 1977.
A compreensão e a prática da forma de arte mais popular do mundo
“Este trabalho tem o intuito de considerar a examinar a singular estética da Arte Sequencial como um veículo de expressão criativa, uma disciplina distinta, uma forma artística e literária que lida com a disposição de figuras e imagens e palavras para narrar uma história em quadrinhos ou dramatizar uma ideia. Ela é estudada aqui dentro do quadro da sua aplicação às revistas e às tiras de quadrinhos, onde é universalmente empregada.
(…)
Este trabalho foi originalmente escrito como uma série de ensaios publicados aleatoriamente na revista The Spirit. Também é resultado do curso de Arte Sequencial que ministrei na Escola de Artes Visuais de Nova York. “
Trecho do Prefácio do livro, escrito por Will Eisner
Quadrinhos e arte sequencial Will Eisner Martins Fontes 1995
EISNER, Will. Quadrinhos e arte sequencial. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
ISBN: 85-36-336-0366-5
95-0307 CDD-741.5 Índices para catálogo sistemático: 1. Estórias em quadrinhos: Apreciação crítica 741.5 2. Quadrinhos: Estórias: Apreciação crítica 741.5
A formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-64
“Adolfo Aizen e Roberto Marinho, principais personagens desta história, são os maiores responsáveis pela chegada ao Brasil de uma novidade americana que a partir dos anos 30 se tornou uma febre entre crianças e adolescentes e mobilizou presidentes da República, juristas, parlamentares, intelectuais, educadores, escritores, magnatas e artistas: as histórias em quadrinhos.
Embora fizessem a festa da garotada e de editores com Aizen e Marinho, os gibis causavam arrepios nos guardiões da moral, polemistas de plantão, tubarões da imprensa e raposas da política, que em coro pediam censura urgente às revistinhas – “se não quisermos fazer das próximas gerações brasileiras sucessivas fornadas de cretinos”, na sentença de Carlos Lacerda. Outros viam potenciais educativos nos gibis: Giberto Freyre queria uma versão da Constituição em quadrinhos.
Grandes figuras da vida nacional entre 1933 e 1964 se engajaram na heróica guerra dos gibis. Do Suplemento Infantil de Adolfo Aizen aos catecismos de Carlos Zériro, Gonçalo Junior narra uma aventura repleta de absurdo e ferocidade, feita de heróis e vilões de papel e de carne e osso.”
Texto da contra capa do livro
JUNIOR, Gonçalo. A Guerra dos Gibis: A formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-64. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
ISBN: 85-359-0582-0
04-7285 CDD-741.50981 Índices para catálogo sistemático: 1. Gibis: Quadrinhos: Brasil 741.50981 2. História em quadrinhos: Brasil 741.50981