Sinopse: Internado num asilo para idosos porque sofre de Alzheimer, Emílio encara a vida comunitária como uma prova difícil de se vencer. Ele precisa encarar o novo ambiente e lutar para escapar à decadência que sua doença o levará. Nessa vivência, ele vai conhecendo outras pessoas e suas histórias.
Aventuras de Alice no País das Maravilhas Autor: Lewis Carroll Tradução: Jorge Furtado e Liziane Kugland Ilustração: Mariana Newlands Editora: Objetiva
Ed. FNDE 2009 2008 19 x 15,5 cm 168 p.
Literatura infantojuvenil
Sinopse: Lewis Carroll (1832-1898) é um dos maiores escritores de todos os tempos, e esta é a sua obra-prima. No dia 4 de julho de 1862, durante um passeio de barco, ele inventou e contou esta história a pedido de três irmãs: Lorina, de 13 anos, Alice,d e 10, e Edith, de 8.
Elas entenderam tudo, Alice gostou tanto que pediu a Carro que escrevesse a história, o que ele fez, à mão, página por página, incluindo dezenas de ilustrações. Aventuras de Alice no País das Maravilhas é, portanto, desde o seu nascimento, um livro para crianças. Crianças inglesas, do século XIX.
Os adultos do mundo inteiro gostaram tanto que, de lá para cá, transformaram Alice num livro para adultos, impossível de ser compreendido sem notas de pé de página e longas explicações sobre a língua inglesa ou sobre os hábitos da Oxford vitoriana.
Há boas traduções brasileiras feitas para adultos que querem estudar seriamente o livro e há centenas de versões reduzidas da história, feitas para criancinhas. Está não é nem uma coisa nem outra. É uma tradução do texto integral de Carroll, feita para crianças brasileiras do século XXI. Parte do princípio de que uma piada só tem graça se você a entende. De preferência, sem que ninguém te explique.
CARROL, Lewis. Aventuras de Alice no País das Maravilhas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
CDD: 028.5: Ficção – Literatura infantojuvenil 823: Romance
Sinopse: Nem todos os carneiros são criaturas fofinhas, feitos com lã macia. Há aqueles bem rabugentos, feitos com lã áspera e “piniquenta”. Tico faz parte de outro grupo: o dos carneiros com lã mal enrolada.
Ninguém sabe o motivo de ele ser assim tão diferente e ver o mundo de modo tão particular. Será que esse jeito fará Tico se dar bem na vida agitada de carneiro?
Acompanhe os pulos de Tico, enrolado em sua tarefa de fazer adormecer o menino Quim e curá-lo da insônia que assombra suas noites.
STRAUSZ, Rosa Amanda. Um nó na cabeça. São Paulo: FTD, 2011.
CDD: 028.5: Ficção – Literatura infantojuvenil I B869.3: Literatura brasileira romance
Sinopse: Em 1983 Paulo Leminski lançava um livro que se tornaria best-seller na época e um clássico para as futuras gerações. Ali estavam os principais poemas que o curitibano tinha escrito até então, muitos inéditos e outros publicados em edições independentes ou na revista de arte e vanguarda Invenção, encabeçadas pelos irmãos Augusto e Haroldo de Campos e por Décio Pignatari. Os pais da poesia concreta no Brasil haviam adotado aquele jovem poeta ilustrado, audacioso e contundente. No mesmo ano, a crítica Leyla Perrone-Moisés cunharia o célebre epíteto “samurai malandro”, reconhecendo no autor o pacto entre a precisão oriental e o jogo de cintura tipicamente tropical. Esta obra integra a celebrada Toda poesia.
“
das coisas que fiz a metro todos saberão quantos quilômetros são
aquelas em centímetros sentimentos mínimos ímpetos infinitos não?
LEMINSKI, Paulo. Caprichos & relaxos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
CDD: 869.1: Literatura brasileira – Poesia. Poemas.
Sinopse: Hilda adora aventuras, seja acampar numa noite chuvosa ou ir até as montanhas desenhar pedras. Mas ela não estava preparada para uma rocha em forma de troll, um homem de madeira misterioso, uma floresta assustadora e um sino tilintante. Inspirado no folclore nórdico.
PEARSON, Luke. Hilda e o troll. São Paulo: Quadrinhos na Cia, 2017.
Sinopse: Um menino, uma caixa de fósforos, e as melhores coisas do mundo dentro dela! Maximiliano era assim: guardava tudo de que mais gostava, e queria só para si, dentro de uma pequena caixa de fósforos. Era como mágica! Todos do colégio adoravam quando Max abria a caixa de fósforos e lhes mostrava tudo o que havia lá dentro: o carro mais rápido, a casa mais linda, o foguete mais gigante, a lua mais brilhante deu uma noite de verão, e um montão de coisas fantásticas que eram só dele. Só dele! Mas será que Maximiliano realmente tinha tudo o que mais queria em seu universo numa caixa de fósforos?
RAMPAZO, Alexandre. Um Universo numa caixa de fósforos. 3. impr. São Paulo: Panda Books, 2014.
CDD: 028: Leitura 028.5: Literatura infantil 869: Literatura portuguesa (inclui brasileira) 869.3: Literatura brasileira romance